As cidades no tempo do fim- parte 1

Aumento da fome e da miséria.
Mateus 24:7.

‘Se não for pra lá a gente não come’, diz mãe que aparece em vídeo procurando comida em caminhão de lixo em Fortaleza.

Foto: Reprodução / TV Cidade Fortaleza


Nos últimos dias, um vídeo que mostra pessoas procurando comida em um caminhão de lixo em Fortaleza está circulando nas redes sociais. O triste registro foi feito por um motorista de aplicativo.
Após a publicação feita no Tiktok de André Queiroz, diversas pessoas compartilharam o vídeo nas redes sociais, criticando a falta de amparo para a população mais pobre neste momento de crise econômica. Alguns usuários das redes sociais que passam pela região onde este caso aconteceu disseram que este tipo de situação é frequente no local, por ficar próximo a um supermercado. Porém, com a pandemia de covid-19, a cena ficou ainda mais frequente.
A crise ocupa manchetes e noticiários aponta para a volta de Jesus. A fome tem sido um tema cada vez menos explorado na mídia, que está cada vez mais metropolitana, cada vez mais concentrada e cada vez mais pautada pelas redes sociais.
Só no Brasil a fome atinge cerca de 23,5% da população  e vai piorar…
A pesquisa da ONU revela que o crescimento da fome se tornou um problema mundial em decorrência da pandemia: 811 milhões de pessoas se encontram em insegurança alimentar no mundo, 160 milhões destas tendo adentrado o mapa da fome em 2020. No Brasil, por outro lado, a fome já avançava antes: o período de 2018 a 2020 teve 12 milhões de pessoas a mais em insegurança alimentar em comparação ao período 2014-2016.
Link profético 
“Há nas grandes cidades multidões que recebem menos cuidado e consideração do que os que são concedidos a mudos animais. Pensai nas famílias amontoadas como rebanhos em miseráveis cortiços, sombrios porões muitos deles, exalando umidade e imundícia. Nesses sórdidos lugares as crianças nascem, crescem e morrem. Nada veem das belezas naturais que Deus criou para deleitar os sentidos e elevar a alma. Rotas e quase morrendo de fome, vivem elas entre o vício e a depravação, moldadas no caráter pela miséria e o pecado que as rodeia. As crianças só ouvem o nome de Deus de maneira profana. A linguagem suja, as imprecações e os insultos enchem-lhes os ouvidos. As exalações da bebida e do fumo, nocivos maus cheiros e degradação moral pervertem-lhes os sentidos. Assim se preparam multidões para se tornarem criminosos, inimigos da sociedade que os abandonou à miséria e à degradação” – A Ciência do Bom Viver, 189 e 190.


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